Quais parâmetros técnicos chave devem ser considerados ao selecionar um emulsificador a vácuo de grande escala?
2026-01-13
Quais parâmetros técnicos-chave devem ser considerados ao selecionar um emulsificador a vácuo de grande escala?
A seleção de unidades de grande escala requer alinhamento com o volume de produção, características do material e padrões de qualidade. Os principais parâmetros técnicos a serem priorizados incluem:
Volume e Capacidade da Câmara: Combine o volume da câmara (personalizável de 500L a 5.000L) com as metas diárias de produção, garantindo que a unidade opere com 70-80% da capacidade para eficiência ideal (evitando sobrecarga ou subutilização).
Desempenho de Cisalhamento: Uma estrutura rotor-estator de três estágios com velocidade rotacional máxima de 12.000-15.000 rpm e velocidade linear de 45-50 m/s garante que o tamanho das partículas seja reduzido para ≤5 μm, crucial para a estabilidade da emulsificação.
Grau de Vácuo: Um grau de vácuo mínimo de -0,095 MPa (até -0,098 MPa) é necessário para eliminar bolhas de ar e evitar a oxidação, especialmente para materiais sensíveis ao oxigênio.
Precisão do Controle de Temperatura: Um sistema com camisa com precisão de ±1℃ (ajustável de 20-80℃) evita a desnaturação térmica dos ingredientes ativos e garante a estabilidade consistente da matriz da formulação.
Compatibilidade do Material: As peças em contato com o produto devem ser de aço inoxidável 316L (eletropolido para Ra ≤0,4 μm) para resistência à corrosão, higiene e conformidade com os padrões da indústria (FDA, GMP, EHEDG).
Potência e Eficiência Energética: Motores de conversão de frequência (ajuste de velocidade contínuo) reduzem o consumo de energia, adaptando-se às mudanças de viscosidade do material, um fator-chave para a operação contínua em larga escala.
Quais parâmetros técnicos chave devem ser considerados ao selecionar um emulsificador a vácuo de grande escala?
2026-01-13
Quais parâmetros técnicos-chave devem ser considerados ao selecionar um emulsificador a vácuo de grande escala?
A seleção de unidades de grande escala requer alinhamento com o volume de produção, características do material e padrões de qualidade. Os principais parâmetros técnicos a serem priorizados incluem:
Volume e Capacidade da Câmara: Combine o volume da câmara (personalizável de 500L a 5.000L) com as metas diárias de produção, garantindo que a unidade opere com 70-80% da capacidade para eficiência ideal (evitando sobrecarga ou subutilização).
Desempenho de Cisalhamento: Uma estrutura rotor-estator de três estágios com velocidade rotacional máxima de 12.000-15.000 rpm e velocidade linear de 45-50 m/s garante que o tamanho das partículas seja reduzido para ≤5 μm, crucial para a estabilidade da emulsificação.
Grau de Vácuo: Um grau de vácuo mínimo de -0,095 MPa (até -0,098 MPa) é necessário para eliminar bolhas de ar e evitar a oxidação, especialmente para materiais sensíveis ao oxigênio.
Precisão do Controle de Temperatura: Um sistema com camisa com precisão de ±1℃ (ajustável de 20-80℃) evita a desnaturação térmica dos ingredientes ativos e garante a estabilidade consistente da matriz da formulação.
Compatibilidade do Material: As peças em contato com o produto devem ser de aço inoxidável 316L (eletropolido para Ra ≤0,4 μm) para resistência à corrosão, higiene e conformidade com os padrões da indústria (FDA, GMP, EHEDG).
Potência e Eficiência Energética: Motores de conversão de frequência (ajuste de velocidade contínuo) reduzem o consumo de energia, adaptando-se às mudanças de viscosidade do material, um fator-chave para a operação contínua em larga escala.